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SABEDORIA
A vida é uma peregrinação sem rota certa; só Deus sabe! Sem a Sua estrela, tudo é escuridão, incerteza, desilusão; mas quando a Sua mão nos guia, temos a certeza de um final feliz.
A vida é viagem num barco frágil, agitado pelas vagas da dúvida e das
incompreensões. Com Deus, surge a esperança de um porto seguro, a crença no arco-íris, depois do furacão.
A vida é caminhada por floresta desconhecida; Os amigos que encontramos São como anjos do Senhor.
Peregrinos como nós, também procuram um poço no deserto. Juntos, venceremos a tempestade. Os amigos são nossos companheiros de viagem.
A vida é uma peregrinação sem rota certa; só Deus sabe! Sem a Sua estrela, tudo é escuridão, incerteza, desilusão; mas quando a Sua mão nos guia, temos a certeza de um final feliz. THERESA CATHARINA DE GÓES CAMPOS Brasília, 20 de julho de 1987. Letra de balada, em gravação da Golden Music
(RJ).
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(Poema dedicado aos meus professores de natação, Juliana
Emiko Taroda Gomes e Emerson Corona - Health Club Academia -
São Paulo)
Como eu gosto de nadar? Tranqüilamente... Lanço-me de peito
na água-espelho, com o rosto mergulhado e os braços como asas impulsionadas,
ritmadas.
Como eu gosto de nadar, é bem devagar, lentamente, tranqüilamente reconquistando o silêncio que chega bem devagar, harmoniosamente, em sintonia com a água que recebe meu corpo por inteiro.
Recebe, mas não retém, nem aprisiona. Abraça-me, beija-me... Sustenta e acolhe e logo me liberta docemente, com suavidade, tranqüilamente.
Quando eu nado sem parar, tranqüila e calmamente, é como se, dentro de mim,
eu alçasse vôo!
E nadar deixa de ser exercício, porque braços e pernas magicamente, lentamente, transformam-se em asas,
emprestadas pelos anjos, permitindo a contemplação individual, escondida, de paisagens íntimas, interiores.
São asas e olhos, impulsos e batidas do coração e da alma pulsando juntos!
Como eu gosto de nadar? Vou repetir: lentamente, para ver melhor as paisagens interiores
de minha alma e me reconciliar com o mundo. Para me perdoar e perdoar ao próximo.
Porque só nadando lentamente, suavemente, harmoniosamente, com o sorriso que ninguém vê,
enxergo a harmonia íntima de meu corpo, no seu potencial de comunicação. Porque só então eu me aceito (ainda que temporariamente) como sou ... nas imperfeições e limitações
que devo corrigir.
Recebendo em troca dessa minha aceitação que é ponto de partida, poder enxergar na água, que acolhe o meu corpo, sem me prender, as asas dos anjos e das borboletas que recebi emprestadas. Enxergo também
o rosto invisível de Deus, na beleza indescritível da água, fonte e caminho, embarcação e porto, oásis e viagem, berço e canção de ninar, espelho e reflexo de luz.
Como eu gosto de nadar? Lentamente, suavemente. Porque a velocidade confunde a minha mente, desconecta-me do corpo, arranca de mim as asas que os anjos me emprestaram! Faz-me cair das mãos de Deus, embora eu saiba: continuo sob o Seu olhar.
A velocidade me torna ansiosa e sobressaltada, prisioneira de objetivos que não são meus, de pensamentos que rejeito. Fico buscando, como louca, sem foco nem rumo,
onde está meu coração!
Como nadar bem,
se meu coração saiu pela boca? Como gostar de nadar, se não encontro minha respiração?
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[continuação...]
Onde estão as asas a mim emprestadas pelos anjos? Bem, se não foram os anjos, foram as borboletas... Onde estão, pergunto, ansiosa, essas asas emprestadas?
Subitamente rebelde, intimamente não aceito essa dicotomia entre o corpo e minha alma. Nadar assim, não posso! Nem gosto!
Sim, é verdade que eu devo e posso aprender... exercitando uma análise mental, até mesmo em contexto de dicotomia... desde que seja temporária... como se fosse a busca da utopia a permitir meu crescimento como pessoa, mesmo rebelde, pesada e limitada.
Envolvida, embalada pela água, posso me acalmar, para fragmentar e decupar os movimentos da natação.
O melhor pode vir depois, realizando a montagem final dos movimentos. Perceber que a água é comunhão e livre arbítrio, e comunicação do corpo com a água que recebe, acolhe, sem reter, nem prender.
Ao invés de aprisionar, a água liberta, emprestando as asas de anjos e borboletas.
Lá vou eu, consciente, singrando, vencendo as águas, sem ser navio nem barco, praticando silenciosamente a maiêutica das perguntas fundamentais.
Perguntando para aprender avançar e crescer, chego ao porto da hermenêutica, ainda que resmungando
íntima e silenciosamente, fotogramas de rebeldia.
Afinal, para que serve essa velocidade toda nos exercícios de natação? Eu nem vou competir! Nem sou atleta... Porque meu exercício do coração
é a leitura, é escrever com a inspiração dos "travellings" cinematográficos e as lentes anamórficas da alma.
Mesmo assim, aprisionada em rebeldia pouco inteligente,
procuro raciocinar tranqüilamente, lentamente - devo reconhecer o indiscutível...
Toda essa velocidade, que eu preciso praticar, é para fugir do excesso de peso,
escapar das doenças, ficar bem distante dos hospitais.
E fugir também, (quem sabe, no futuro, nas possíveis aventuras), de tubarões velozes, famintos e das baleias assassinas.
Em paz com a verdade - irrefutável porque racional -
volto ao lirismo da natação. Inegável ser a água libertadora. Não aprisiona, acolhe,
sustenta e liberta! Empresta-nos os movimentos mais belos que expressam, na lentidão e na velocidade, as asas invisíveis de anjos e borboletas.
Theresa Catharina de Góes Campos São Paulo, 28 de fevereiro de 2006 (Terça-feira de Carnaval)
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PRECISAMOS AMADURECER Theresa Catharina de Góes Campos
Pedimos demais, depois desistimos! Por que ser menos do que sonhamos?
Precisamos crescer, precisamos amadurecer.
Nós começamos amando demais, depois desistimos. Por que não crescemos com os nossos sonhos?
Muito raramente oferecemos o perdão que sempre
esperamos. Esquecemos os sonhos, as promessas - deixamos de amar.
Fazemos tantas promessas, depois falhamos... Por que não realizamos, por que não somos
ainda melhor que os nossos sonhos, por que não vamos além de nossas promessas?
São Paulo,
02 de fevereiro de 2006
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GROWING
UP WE MUST Theresa Catharina de Góes Campos
We ask so much then we give up! Why to be less than our dreams?
Growing up we must.
We begin loving so much, then we give up. Why not grow up with our dreams?
We seldom forgive though we always expect to be forgiven. We forget promises and dreams - we forget to love.
We promise so much then we fail. Why not to accomplish... and be our best? Better than our dreams, beyond our promises?
São Paulo, February 2, 2006
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SÍMBOLOS SÃO POEMAS Theresa Catharina de Góes Campos
Os símbolos devem ser muito apreciados, ou melhor, profundamente amados.
Um símbolo define e sintetiza o que nós evitamos facilmente revelar.
Porque os símbolos expressam e cantam mil imagens, mil sombras, desde as cavernas e
épocas que pretendemos não esquecer.
Brasília, 01 de janeiro de 2006
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SYMBOLS ARE POEMS Theresa Catharina de Góes Campos
Symbols are to be much cherished if not deeply
loved.
A symbol defines and resumes what we would dislike too easily reveal.
Because symbols express and sing a thousand images, a thousand shadows, from caves and ages we do not want
to forget. Theresa Catharina de Góes Campos
Jornalismo com Ética e Solidariedade Brasília, January 1, 2006
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PARA CAMINHAR SEM MEDO
(Haicais)
Seja manhã ou de noite,
meu coração a cantar
segue a gemer e pulsar.
Harpas e bandolins
tocaram as estrelas
como se fossem sinos.
Para o céu ser luz
e música, dos sonhos
eu fiz muitas canções.
Com as lágrimas, escrevi
poemas e partituras...
E caminhei sem medo!
Theresa Catharina de Góes Campos
São Paulo, 31 de janeiro de 2006
(No formato de haicais: São Paulo, 20 de julho de 2007)
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HIDDEN LIGHTS (Luzes Escondidas)
Tell me why my heart aches and shines!
Diga-me por que meu coração me dói e se ilumina!
Dare to tell me how my heart dreams and shines!
Tenha a ousadia de me dizer
como este meu coração
sonha e brilha!
Dare to love me... so you will know my dreams and my hidden lights!
Ouse me amar... para que você conheça os meus sonhos e minhas luzes escondidas!
Let´s have the courage to face our dreams (so full of questions, so full of doubts) so our thoughts will change... and move towards the reality we try to avoid.
Vamos ter a coragem para enfrentar nossos sonhos ( com tantas perguntas, tão cheios de dúvidas ) para que nossos pensamentos se transfigurem... e caminhem para a realidade que tentamos evitar.
Let's say "yes" to life, at last!
Vamos dizer " sim " à vida, finalmente!
Brasília, 01 de janeiro de 2006
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SARAU NOS CAMPOS DE TRIGO
Os campos de trigo reluziam naquela noite porque os vagalumes lhes emprestaram a luz que lhes dava brilho e matizes de cores
todas as noites.
Sons do vento e da chuva tocaram as canções que os músicos ainda desconheciam.
Ensaiando com o luar, os sapos coaxaram seu concerto diário para saudar as estrelas convidadas ao sarau.
No berço das sementes e no alvorecer das flores, a vida respirou, insistente, determinada...
Ora, se a vida insiste, como dizer não à vida?
Se a vida chama, por que recusar, como haveria razões
para não dizer sim?
Os sons do riacho tranqüilizaram o coração medroso, cauteloso e temeroso... para atravessar as águas.
O balanço das folhas, dançando, faceiras, vestidas de cores e nuanças nas copas das árvores, despertou e movimentou o corpo desanimado.
A gruta revelou seus segredos ao coração que se abriu...
São Paulo, 01 de fevereiro de 2006
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O CORAÇÃO VAI RESPONDER
Vales são precipícios ou desafios a superar?
As montanhas são inacessíveis ou fronteiras sem limites?
As pontes podem ser destruídas... ou multiplicadas?
O mar acalma ou perturba? É partitura a cantar... Ou labirinto sem fim?
Não tenha pressa. Espere, tranqüilo. O coração vai responder!
Brasília, 06 de janeiro de 2006
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Theresa Catharina de Góes Campos
TROVAS ILUMINADAS***
Theresa Catharina de Góes Campos
Brilhe a lua ou venha o sol...
A luz maior,
noite e dia,
está no meu coração.
Haja lua
ou faça sol,
a luz maior é
do meu coração.
Querem saber
de onde vem
e quando começou
essa luz tão intensa?
Ofuscando o sol e a lua,
vem do coração de Deus,
o Criador dos raios de luz,
que criou meu coração.
São Paulo, 03 de dezembro de 2005
***
Obs.
EM AULA DE NATAÇÃO, NASCERAM AS " TROVAS ILUMINADAS "
Hoje, durante a aula individual de natação com o Prof.
Emerson Corona, ele me fez uma solicitação inusitada,
mas profundamente agradável para mim: fazer uma frase
com as palavras sol e lua.
Estávamos em meio a um procedimento didático adotado por
ele, visando me colocar mais à vontade, sem pensar
demais nos detalhes técnicos de cada nado.
Trabalhando a dimensão lúdica da aula, fazíamos palavras
cruzadas: eu nadava, seguindo as suas instruções, e, na
borda da piscina, ele me perguntava sobre a resposta,
quando eu completava uma chegada. Ou eu respondia
prontamente e voltava a nadar... ou, para encontrar a
resposta, eu continuava a nadar , pensando na questão,
para responder posteriormente. Às vezes, é claro, eu não
tinha a resposta. Ou acontecia, também, eu apresentar
duas respostas.
Indagada sobre o "astro que inspira os poetas, com três
letras", falei: " lua... ou sol... ambas as palavras têm
três letras e, como eu não estou com o jogo na mão...".
Foi aí que o Professor Emerson me ofereceu um incentivo
direto, na verdade, confesso, um presente para mim, que
iluminou todo o meu dia, ao me dizer: " faça uma frase
com sol e lua."
Continuei a nadar, sentindo-me muito feliz por me saber
capaz de criar um verso durante a prática da natação e,
me bastaram duas piscinas (uma chegada), para eu lhe
dizer, com sentimento de vitória pessoal e uma enorme
alegria interior:
"Haja lua ou faça sol, a luz maior é do meu coração."
A aula terminou às 12.10 h. Antes das 14 h, em meio a
outras atividades, meu coração fez mais versos, que
fluíram como se eu quisesse me expressar somente em
poesia... e o poema acima ficou pronto.
Sinceramente, as palavras que vieram do meu coração
transfiguraram, com certeza, todos os instantes de meu
dia.
Porque a luz maior, noite e dia, vive no meu coração.
Theresa Catharina
De:
REYNALDO FERREIRA
Enviada: dom 4/12/2005 16:35
Para: Theresa Catharina G. Campos
Assunto: RE: TROVAS ILUMINADAS
Magnífico, Theresa!... São trovas realmente iluminadas.
Da conjugação exercício físico com poesia, surgiu-lhe a
sensação de vitória, de realização. Os versos,
inspirados, nasceram-lhe espontaneamente. Obrigado por
me enviá-los. Foi ótimo presente de domingo. (...)
Abs, Reynaldo D. Ferreira
De:
REYNALDO FERREIRA
Enviada: seg 5/12/2005 07:11
Para: Theresa Catharina G. Campos
Assunto: RE: TROVAS ILUMINADAS
Theresa, Os versos são simples, mas são puros, bonitos.
E muito interessantes são também suas palavras sobre o
momento de criação.
(...)
Abraços,
Reynaldo D. Ferreira
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From:
"Theresa Catharina G. Campos"
To: "REYNALDO FERREIRA"
CC: "Theresa Catharina G. Campos"
Subject: RES: TROVAS ILUMINADAS
Amigo Reynaldo:
Ainda bem que você gostou, apesar de serem versos bem
simples, no vocabulário e na mensagem. Hesitei muito,
antes de lhe enviar o poema. Na verdade, minha decisão
foi tomada somente porque valorizei o momento do
processo criativo, a idéia do jovem prof. de natação; e
achei que você acharia interessante a minha explicação,
após os versos. De todas as poesias que eu já escrevi,
as Trovas Iluminadas são, realmente, os versos mais
simples, considerando-se o tema principal e o seu
desenvolvimento.
Muito obrigada , também, por suas palavras de incentivo.
(...)
Abraços cordiais de
Theresa Catharina
TROVAS ILUMINADAS -
Theresa Catharina
De:
"walter_rf"
Para: theca@[...].com.br
Data: Sat, 10 Dec 2005 15:36:09 -0200
Amiga Theresa:
O seu poema é realmente tocante. Achei bastante profundo
e, ainda assim, muito singelo! Ou seja, de uma
"simplicidade profunda...".
(...)
Um abraço,
Walter
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CANTO DE RECONHECIMENTO À
AMIZADE
Amigo é aquele a escutar o que você não diz. Ouve e sente as palavras que você não ousou pronunciar.
O amigo traduz, interpreta com generosidade a dor silenciosa
que você esconde no coração.
Amigo é porto, árvore, refúgio, águas refrescantes.
Amigo é a estrela cadente, a chuva de meteoros.
Mesmo no silêncio, o amigo sabe reconhecer. Porque a amizade é um selo invisível, a voz dos anjos, mensageiros de Deus.
Amigos são estrelas cadentes, chuvas de meteoros, vagalumes e girassóis... são pessoas muito especiais.
Nos eclipses e nas crises da vida, trazem a luz maior que os girassóis reconhecem.
Se houver ausência de amigos, sejamos amigos... Quando a luz se esconder nas sombras, urge buscarmos o luar.
Não existe sombra sem luz... Não espere pelos amigos que ainda não chegaram... seja você, sem demora, uma dádiva de amizade. Porque há sempre alguém a necessitar de amigos.
Viva a amizade, para que a amizade surja, sem disfarces nem metamorfoses cruéis.
Não espere pela amizade, ponha-se a caminho... para encontrá-la
e saber reconhecê-la.
Amigo é Via Láctea. Amigo é templo, caminho, porto e viagem... Às vezes, é como a passagem de um cometa!
Amigos são pessoas especiais. Como as roldanas
que cantam nas fontes.
Brasília, 07 de abril de 2006 (Dia do Jornalista)
MENSAGEM
DE ELIZABETH Achei lindíssima a sua poesia, sensível e verdadeira. Veio
do seu coração! Beijos, da sobrinha, Elizabeth Brasília, 09 de abril de 2006
From:
REYNALDO FERREIRA
Date: 2008/12/15
Subject: RE: CANTO DE MEU RECONHECIMENTO À AMIZADE
To: Theresa Catharina Campos
Parabéns, Theresa Catharina, por mais esta bela
pérola!... É um poema realmente muito inspirado e
bonito. Abraços, Reynaldo
From: Liman
Pechliye
Date: 2008/12/15
Subject: Re: CANTO DE MEU RECONHECIMENTO À AMIZADE
To: Theresa Catharina de Goes Campos
Theresa, amei a poesia, singela delicada e verdadeira!!!
(...)
Obrigada pela sua amizade.
da amiga Leman
From: Luci
Tiho Ikari
Date: 2008/12/15
Subject: Re: CANTO DE MEU RECONHECIMENTO À AMIZADE
To: Theresa Catharina de Goes Campos
Olá, Theresa Catharina:
É sempre bom ler seus pensamentos. Me consolam, pois são
tão poucas as pessoas, que a gente pode chamar de
"amigos". Grande abraço, de Luci
From: Sonia
M.Esposito
Date: 2008/12/16
Subject: CANTO DE MEU RECONHECIMENTO À AMIZADE
To: Theresa Catharina de Goes Campos
Olá ,Theresa ...
Está tudo bem com você?!
Obrigada ... Lindíssima Poesia ...
Beijos ...
Sonia
From:
artemis coelho
Date: 2008/12/16
Subject: RE: CANTO DE MEU RECONHECIMENTO À AMIZADE
To: Theresa Catharina de Goes Campos
Bom, Theresa, já tinha os seus/meus poemas 'eleitos' do
meu coração, mas depois de ler este, preciso realinhar
minhas preferências...
Lindo, lindo mesmo...
(...)
Abraço,
Artemis
From:
raquel
Date: 2008/12/15
Subject: RES: CANTO DE MEU RECONHECIMENTO À AMIZADE
To: Theresa
Theresa,
Você sempre sábia!! É exatamente isso: vamos procurar
pelas coisas e pessoas boas. (...) Raquel
From:
Theresa Catharina de Goes Campos
Date: 2008/12/28
Subject: Obrigada por suas palavras amigas. .Re: CANTO
DE
RECONHECIMENTO À AMIZADE e HAICAIS DO AMOR E DA AMIZADE
To: se fariasdemenezes
Estimada amiga Sé:
Obrigada por suas palavras amigas. (...) Por isso
detesto o uso/abuso dos celulares, que levam a uma
atitude imediatista sem reflexão.
Sobre as amizades atuais, penso diferente. Em todas as
épocas, há indivíduos interesseiros, assim como pessoas
que se dispõem a cultivar as suas amizades por motivos
de estima, companhia e valores semelhantes ou que se
dispõem a crescer com os amigos.
Fiquem com Deus e tudo de bom para vocês, no Ano Novo de
2009, sobretudo saúde, tranquilidade, paz, união e
solidariedade, além de compreensão das verdadeiras
prioridades e dos valores essenciais, autênticos de
nossa vida.
Carinhosamente,
Therezita
(Theresa Catharina)
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2008/12/28 se fariasdemenezes
Theresita, dois poemas lindíssimos. Muito obrigada pela
atenção. Foram duas surpresas gostosas. Sua fala pelo
telefone e as suas poesias. É uma amizade sincera, a
nossa. Hoje, me parece, as amizades são mais
interesseiras.
Que Deus nos abençoe e a todos os nossos familiares. A
vida é bela . E façamos desta beleza a nossa meta de
vida.
Com o abraço sincero e amigo de Sé.
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OS QUE SOFREM
PRECISAM DE ESTRELAS
In: Antologia de Poetas de Brasília - Rio de
Janeiro, Shogun Editora, 1985
Porque seus
olhos nada mais viam, A jovem guiou-lhe os passos. Porque seus braços estavam cansados, Ela lhe estendeu a mão. Porque ele não queria mais sorrir, Ela lhe ofertou sua alegria.
As suas chagas íntimas latejavam, Tornando-o alheio, impenetrável, sozinho. As mágoas da moça já cicatrizadas estavam. Quando o sol se pôs, ele chorou. E quis imitar a fúria das ondas. Ela repetiu a palavra ternura E, no céu, o brilho dos astros mostrou. Ah, se as dores se unissem, O sofrimento seria dividido. Se as pequeninas alegrias Fossem colocadas no altar comum Da vida que a todos une, Nenhum desespero (nenhuma angústia!) Seria o vencedor da esperança.
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